sexta-feira, 21 de maio de 2010

momento de descontração!

Quem será que vai ter que compra uma dignidade nova?? kkkkk



E tambem pra ver se o jeito que o zé me ensinouu de por video aki tá certo! kkkk
BJUUU

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu te amoo não diz tudo!

                                EU TE AMO....

Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?


A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,


Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,

Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,

Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.

Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,


Sem inventar um personagem para a relação,


Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;


Quem não levanta a voz, mas fala;


Quem não concorda, mas escuta.


Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!

terça-feira, 11 de maio de 2010

3 pererecas no meu quarto!!

Vou contar uma histórinha bem rapida q aconteceu comigo noite passada! aushuahs e que me fez refletir sobre alguns aspectos!!
Estavamos carol  e euu deitadas lindas e belas quando a carol diz:
_ Jéh um sapooo!! quando eu olho vejo algo d tamanho de um caroço de feijão.
_ Carol onde?? aliii jéé ta vendo pequinininhoo!! _ Mas carol é uma missangaaa....
_ Nãooo jéh  eu viii é um sapo!
Derrepente quando estamos nos abaixando para olhar, já bem perto da "coisa",  "akilo" dá um salto e quase sobe na cama!! As duas aos berros ficam em cima da cama ilhadas por uma perereca de pouco mais de 2 cm! auhsuahs
Depois de muitos planos e ensaios, joguei um pano em cima dela e fomos arrastando para fora quando ela escapa por uma abertura do pano de tão pequena! volta a carol e eu pra cima da cama desesperadas e aos berros! kkkkk
Tive uma idéiaaaa pego um pote transparente desses de paçoca e a carol mirando para prender a perereca láaa se passado quase uma hora do inicio das tentativas de captura! quando conseguimos captura-la com a ajuda de uma folha sufite e a tampa do pote soltamos a perereca na arvore da vizinha!

EEEE final feliz para tods!!

EEuuu acho que nããoooo!! quando olhamos o gato correndo loucamente e tentando pegar algo que pulava, quase que não viamos o que era de tão pequenooo!! adivinha o gatoooo mto locooo correndo atrtas da perereca!
sjuahsuahsuhasuhas
Por mais que eu gritasse para ele parar ele não desistia de pega-la!

daiiii cheguei as seguintes conclusões!

DEFINITIVAMENTE perereca não tem paz!! kkk todos correm atras dela!

Os gatos dão seus pulos e fazem de tudooo para pegar uma perereca!!

Não tente ajudar...  pq quando for pra perereca se fuder ela VAIII se fuder!!

Não existe lugar  suficientemente seguro para uma pequena perereca onde um gato não a encontre!!

Nada tira a concentraçao de um gato determinado quando o alvo é uma perereca!


Meninas protejam as suas!!!!!!!  AMOOOOOO bjos

terça-feira, 4 de maio de 2010

Posso Errar?

Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu “errado”. Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra “condicionador”. Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu “certo” que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir. Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

 
O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi “certo” até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de “nada a ver”, vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.

 
E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa “certa”, mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para “errar”.



Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: “Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo”. Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro —, concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.


O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: “Como assim?! Você não dirige?!”. Com toda a calma, ele responde: “Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço”. Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: “Não sou obrigada a gostar de comida MEXICANA, nem a ter manequim 36 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos”. O certo ou o “certo” pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.
 
Leila Ferreira é jornalista, apresentadora de TV e autora do livro Mulheres – Por que será que elas..., da Editora Globo.